"Não vou fazer nada, Srta. Pat", declarou ela com ênfase. "Pode perguntar ao Bruce se eu estou 'aprontando' alguma coisa, como você diz." Judith não sabia se estava sendo provocada ou não, então mudou de assunto habilmente.!
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Elinor se levantou e, indo até sua bolsa, que ainda estava pendurada no encosto da cadeira, onde ela a havia jogado em seus preparativos apressados para o jantar, tirou um porta-cartões e, tirando três pedaços quadrados de papelão cinza, entregou-os a Patricia. "Espero que não sejam muito duros comigo", disse ela lentamente. "Eu lamentaria começar meu mandato com qualquer coisa que deixasse o mínimo gosto amargo. Tudo aqui é tão livre e nobre que quero que continue sendo assim para mim, para sempre."
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"Bem, sem dúvida o veneno secou", disse Jen, assentindo. "Mesmo assim, eu não gostaria de me furar com essa agulha. Posso morrer", concluiu o major, com a simplicidade ingênua de uma criança. Depois disso, Etwald cumprimentou o visitante educadamente em frente à porta da velha casa sombria que ocupava em Deanminster, e Jen retornou para casa, bastante perplexa quanto ao que poderia ter acontecido com a varinha mágica. Todas as suas investigações se mostraram inúteis, e ele não conseguia sequer conjeturar como ela havia desaparecido; contudo, conhecendo suas qualidades fatais, ele temia constantemente que ela reaparecesse em conexão com uma tragédia. Maurice ainda se apegava à ideia de que Dido havia pegado a varinha mágica, mas as investigações de Jen provaram que a negra não havia saído de casa na noite em questão. "De volta a Barbados", respondeu a Sra. Dallas, com um suspiro. "Sim, major, depois do que aconteceu aqui, não posso mais ficar na Inglaterra. Venderei minha casa e partirei para as Índias Ocidentais com minha filha dentro de um mês."
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